sábado, 7 de abril de 2012

Cidade

A cidade morta
A cidade torta
A cidade cobra
Uma horta menos venenosa
A cidade aborta
A cidade porta
De outras cidades
Que brotam
                 Como um poste de mágica
                 De uma mesma
                 Aparente
                 Única cidade
     Cidade santa
     Confode com a cidade puta
E as minorias em maior número
Somem nos dedos de preciprédios
           Poliúnica
           Cidade
Que rima tão dificilmente fácil
Com identidade
[ descobri por exemplo deste poema que a cidade é uma abstração assim come eu ]

8 comentários:

  1. A cidade confode muito, irmãzinho.

    Massa... parece que já li isso em algum lugar... ou será a imagem do quadro de Tarsila que já ilustrou algo por aqui?

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  2. Ai, cidade natal, ondem vivem os amigos de infância, que saudade...

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  3. Oi Talles!

    Muito legal o blog!
    Cheguei até você, te lendo lá no "Gosto Disso", da querida Betty!
    Também gosto de fazer poesias, contar histórias e escrever histórias!
    Tenha uma linda semana!
    Beijos!

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  4. Quanto tempo sem visitá-lo e a 'casa' está tão diferente, na estética, porque o conteúdo continua original, belo!
    Abçs!

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    Parabéns pelo seu Blog!!!
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  6. Talles, que poema MARAVILHOSO!
    Adorei o blog, adorei a poesia e a forma como ela flui.

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