quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Lectura


As ruas do centro da cidade
são feitas de asfalto, carros, poeira e calor.
O meu poema é feito de letras
dúvidas, sentimentos e esperanças.

Eu me falto.

Espero
(quem espera
sempre alcança
a distância entre sua própria espera e a esperança)
olhar daqui dessa página,
desse tablet,
dessa tela de computador
ou qualquer que seja
o suporte que tenham
inventado para suportar
a minha dor,
Teus olhos.O.O
E no fundo de mim em ti
nos lermos.

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Decifra-me e devoro-te