terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Do que não precisamos

Algumas saudades
São apenas bobagens
Feridas que abrimos
Que com o tempo sentimos
Já ser hora de fechar.

Mas, certas feridas,
Maninha,
De tão antigas
São quase impossíveis
De curar.

Certas dores,
Maninha
Nos não permitimos passar.

Tudo invenção
Tudo culpa da nossa culpa
Tudo fuga do nosso eu.

É que maninha,
Aquela dorzinha no peito
Às vezes vicia.
E a nossa coragem
De tirar o que não somos
Do que realmente somos
Silencia.

3 comentários:

  1. Oi Talles,
    Andei sumida pq estava viajando, mas vejo que andei perdendo coisas lindas por aqui. Belo poema!
    Hj tem uma surpresinha lá no blog para vc. Espero que goste.
    Beijos 1000 e um ótimo final de semana para vc.

    SORTEIO!
    http://www.gosto-disto.com/2012/02/sorteio-2-anos-do-blog-giveway-2-years.html

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  2. Olá querido!
    Suas palavras, seus texto, seus poemas são inspirações!
    Fico com a alma encantada ao ler suas palavras.
    Desejo um fim de semana carregado de afeto.
    Lorena Viana

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